31 de julho de 2009

O Rotary e as pessoas

palestras motivacionais, rotary, palestras
O texto abaixo é uma adaptação do discurso que fiz quando tomei posse como Presidente do Conselho Diretor do Rotary Club de São Paulo - Santana, em 2005.


O maior patrimônio de um clube de Rotary são as pessoas. Pessoas que tem um ponto em comum: o ideal de servir.

Para uma instituição manter suas atividades por mais de 100 anos, como o rotary, é necessário uma grande capacidade de adaptação e de união destas pessoas.

Sabemos que pessoas e mudanças são uma combinação um tanto complicada de coexistir em harmonia. Em rotary não é diferente. Por isso, acredito que o papel de cada um é buscar a harmonia entre a tradição e o novo. Conciliar o passado e o futuro para construir um presente capaz de servir como inspiração para todos. Mas, principalmente saber lidar com as diferenças. Mas como se faz isso?

É fundamental ter um grande espírito inovador, sem, contudo, perder o sentido de continuidade. Ou seja, devemos aproveitar o que de bom tem sido feito pelas diversas gerações de Rotary e também aprender com os insucessos. Muitos programas são realizados com tamanho êxito que seria injusto não reconhecer. Porém, não podemos ficar reféns do passado. Temos que trazer novas idéias e ações, para unir o passado e o presente em uma grande realização rotária.
É necessário também contar com um grupo motivado e inspirado para agir em prol da comunidade e do companheirismo. Como mencionei, o rotary clube é feito de pessoas.

Nos clubes de Rotary é preciso despertar e estimular a motivação de seus membros. Talvez uma das tarefas mais árduas, visto que as pessoas possuem necessidades e vontades diferentes apesar do mesmo ideal. Outro desafio é manter e ampliar o quadro social em um momento como o que vivemos atualmente.

Mas o fato é que o Rotary não nos pertence. Não é uma instituição com proprietários. Nós é que fazemos parte espontaneamente. Somos parte.

Por isso, nosso papel é recebê-lo, engrandecê-lo e, engrandecido e honrado, passá-lo às gerações que irão nos suceder. E, se não pudermos fazê-lo maior e melhor, ao menos procuraremos entregá-lo como o recebemos. Esta é a missão de cada um de nós!
Cadastre-se no Boletim