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19 de setembro de 2018

O que define o sucesso e o fracasso


Todos os dias recebemos uma nova oportunidade de fazer a diferença. 

Não importa se você está empregado, desempregado ou é empreendedor ou empresário.

As chances para o sucesso ou fracasso são as mesmas! 

O que diferencia são nossas atitudes. O que cada um faz.

Há quem esteja empregado e reclama do emprego, da empresa, do mundo. Há quem esteja desempregado e também reclama da falta de vagas, das exigências do mercado e da falta de retorno do RH. Há ainda o empreendedor ou empresário que também reclama dos impostos, do governo, da mão de obra desqualificada e desmotivada. Há tudo isso!

Certamente estes irão sucumbir ao "azar". Vão maldizer daqueles que alcançam o sucesso. Vão praguejar e não sairão do lugar.

Afinal, de qual lado você está? 

Tenha um ótimo dia, uma fantástica semana e faça a sua diferença!



Rogerio Martins é Psicólogo e Especialista em Desenvolvimento de Lideranças

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27 de fevereiro de 2018

Site Palestrante Rogerio Martins atualizado


O site www.rogeriomartins.com.br passou por uma profunda mudança no fim de 2017 e foi oficialmente lançado, após as alterações, em janeiro de 2018.

Agora você poderá comprar os livros "Reflexões do Mundo Corporativo" e "Empreendedores que Ensinam", além do DVD duplo "Líder de Alta Performance" com valores especiais. Clique aqui e saiba mais.

Também está disponível gratuitamente os E-Books "Café das Cinco - o sabor brasileiro do conhecimento", "Etiqueta empresarial, comportamento social e postura profissional" e "7 dicas para se recolocar no mercado de trabalho em tempos de crise". Clique aqui e saiba mais.

Aos poucos também estão sendo publicados novos e antigos artigos, vídeos e dicas sobre liderança, motivação, empreendedorismo, carreira, marketing pessoal, produtividade, atendimento a clientes, comportamento assertivo e muito mais. Clique aqui e saiba mais.

Para conhecer os temas de palestras e treinamentos clique aqui.

Será um grande prazer contar com sua visita e compartilhamento.

Grande abraço, Rogerio Martins - Especialista em desenvolvimento de lideranças.

#PalestranteRogerioMartins #Liderança #Palestra #Palestrante #Motivação
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16 de maio de 2016

Gestão de conflitos e trabalho em equipe

Conversando com alguns profissionais de RH e de outras áreas perguntei: qual o tema mais crítico deste momento nas organizações? Surgiram dois: gestão de conflitos e trabalho em equipe.
Isso me fez refletir sobre o momento de alta competitividade que as empresas passam e também pela retração da economia. Conflitos serem existiram e continuarão a acontecer, mas saber lidar com eles de forma mais eficaz é muito importante para elevar os resultados da organização e a qualidade de vida dos funcionários. Além disso, muitas pessoas não entendem a importância de trabalhar em equipe e acreditam erroneamente que é preciso ser amigo. Não é bem assim.
"A felicidade não é a ausência de conflito e sim a habilidade de lidar com ele. 
Uma pessoa feliz não tem o melhor de tudo, mas ela torna tudo melhor"
Gestão de conflitos e trabalho em equipe são assuntos que já abordo em treinamentos para pequenas, médias e grandes empresas. Porém, nem todos tem disponibilidade de tempo para reunir suas equipes em um curso com oito, doze ou dezesseis horas de duração. O tempo está mais escasso e retirar toda uma equipe de sua rotina de trabalho é cada vez mais difícil.
Sendo assim, estruturei meu curso "Gestão de Conflitos e Trabalho em Equipe" em formato de palestra. Com 1h30 de duração e o conteúdo continua o mesmo, mas de forma compacta, direta e ainda com pequenas atividades interativas para torná-lo num evento de alto impacto de resultados.
A vantagem da palestra é que não há limite de participantes. Serve para sensibilizar, provocar reflexões, mobilizar os participantes para a ação, promover integração, estimular a mudança, levar um conteúdo importante de forma ampla e uniforme, entre outras vantagens e benefícios. Além de tudo isso o custo por participante é muito menor.
Neste programa os participantes saberão como se formam e como lidar com os conflitos dentro e fora da organização, como usar a inteligência emocional para lidar com os conflitos e trabalhar melhor em equipe, quais os quatro comportamentos típicos e como eles interferem nas relações humanas, como ser mais assertivo no dia a dia e obter melhores resultados pessoais e para a organização.
"O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos." Michael Jordan

Quer saber mais? Entre em contato pelo e-mail contato@rogeriomartins.com.br e solicite uma proposta sem compromisso. Acesse www.rogeriomartins.com.br para conhecer meus temas de atuação, vídeos, currículo e outras informações relevantes.
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1 de junho de 2015

A importância da segurança pessoal no trabalho

Palestrante Rogerio Martins

Durante anos participei ativamente da comissão interna de prevenção de acidentes (CIPA) nas empresas onde trabalhei. Foi uma experiência fantástica. Aconselho que a maioria das pessoas tenha esta experiência, pois você vivencia situações que nunca terá acesso normalmente. Também fui membro da Brigada de Incêndio.

Entre estas experiências destaco quando fui presidente da comissão em uma destas empresas. Na época a empresa tinha cerca de 1.000 funcionários e atuava no segmento metalúrgico. Foi um grande desafio, pois as gestões anteriores fizeram aquilo que é de praxe: documentação, SIPAT e nada mais. Empolgado com a ideia, lembro que abracei a causa e para meu espanto, na época, quase fiquei sozinho. Aos poucos fui percebendo que há muita vontade, mas pouco conhecimento e prática sobre segurança pessoal. Os profissionais que atuam diretamente com a área (Engenheiros e Técnicos de Segurança), têm um esforço hercúleo de mostrar para as pessoas o que é o mais importante: a própria integridade física e mental no ambiente de trabalho.

O que percebi e presenciei é o "descaso" das próprias pessoas no que tange a sua própria segurança. Por mais que se realizem comissões e semanas de prevenção é preciso ir além... é preciso tocar fundo na consciência de cada pessoa quando o assunto é a própria segurança. Para isso é preciso sensibilizar constantemente cada trabalhador, seja com intervenções, palestras, manuais, campanhas e outras ações que possam "abrir os olhos" para a importância da preservação da própria vida.



O PODER DO HÁBITO

No livro “O Poder do Hábito” o autor, Charles Duhigg, relata a interessante história do presidente da empresa Alcoa, Paul O’Neill, que quando foi pronunciar seu discurso de posse para acionistas, jornalistas e a diretoria da empresa iniciou assim: “Quero falar com vocês sobre segurança do trabalho. Todo ano, vários funcionários da Alcoa sofrem ferimentos tão graves que perdem um dia de trabalho. Nosso histórico de segurança é melhor do que a média da mão de obra americana, principalmente levando em conta que nossos empregados trabalham com metais a 1.500 graus  e máquinas capazes de arrancar o braço de um homem. Mas ainda não é suficiente. Pretendo fazer da Alcoa a empresa mais segura dos Estados Unidos. Minha meta é índice zero de acidentes.”

Charles Duhigg explica: “A plateia ficou confusa. Estas reuniões geralmente seguiam um roteiro previsível: um novo diretor executivo começava se apresentando, fazia uma falsa piada autodepreciativa e depois prometia alavancar os lucros e baixar os custos. Em seguida, vinha uma severa crítica aos impostos, às normas comerciais... Por fim, o discurso terminava com uma enxurrada de palavras da moda – sinergia, proativo e cooperação.”

O fato é que esta atitude do novo presidente transformou a Alcoa – uma das maiores, mais antiquadas e mais potencialmente perigosas empresas do país – numa máquina de lucros e um bastião da segurança. Porém, isso tudo não foi fácil, pois era necessário mudar hábitos há muito tempo arraigados na cultura organizacional. Para Paul O’Neill “todos mereciam sair do trabalho tão ilesos quanto chegaram. Ninguém deveria ter medo de morrer sustentando a família.”


Quantos gestores você conhece que tem esta postura frente à segurança do trabalho? Tenho enfrentado, com muita satisfação, o desafio de lecionar a disciplina Fundamentos da Qualidade e Segurança do Trabalho. Há alguns anos já leciono o tema ERGONOMIA, que também tem a ver com segurança do trabalho. O que ouço com frequência de meus alunos é a falta de consciência por parte de gestores e líderes de empresas para este fator importante: a segurança pessoal. Será que ainda estamos vivendo na era medieval quando o assunto é a manutenção da vida? É preciso aprender com a experiência da Alcoa e outras empresas que entendem a importância que a segurança pessoal tem para o aumento da produtividade, da qualidade e dos resultados. Este é o grande desafio: conscientizar gestores e trabalhadores em geral que a vida é nosso bem mais importante!

Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário. Siga @rogermar no Twitter e venha curtir a página do Facebook.

Gostou? Deixe seu comentário abaixo e leia também:
- Um tempo para mim
- A culpa nossa de cada dia
- Superação - o poder da conquista

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26 de maio de 2015

Porque fofocamos e como isso influencia nosso trabalho?


Quem nunca foi alvo de uma fofoca, ou agente dela? A fofoca faz parte da vida cotidiana há muito tempo. Hoje em dia com o crescimento das redes sociais a fofoca tomou proporções ainda maiores, inclusive no mundo corporativo. O problema é que isto acaba prejudicando a produtividade e a motivação dos trabalhadores, tanto para quem é alvo ou agente da fofoca.

Já escrevi sobre este assunto no artigo "5 dicas para lidar com a fofoca no trabalho", além de outros textos que indico logo abaixo. Porém, ao pesquisar mais sobre o assunto, encontrei esta reportagem da revista Super Interessante que transcrevo abaixo e é - de verdade - super interessante para refletir sobre o tema e realizar uma autocrítica. Veja, analise seu comportamento e deixe seu comentário.


PORQUE FOFOCAMOS E COMO ISSO INFLUENCIA NOSSO TRABALHO?

O fato de fofocarmos não gera um conforto nem mesmo nas redes sociais, onde são condenadas fortemente e diga-se de passagem que ser chamado de fofoqueiro é uma grande ofensa para qualquer um.

Quando ouvimos duas ou mais pessoas fofocando, vamos ser sinceros e admitir que é MUITO difícil não prestar atenção. Mas antes que você se sinta culpado pelo tal relato da vida alheia, saiba que há uma explicação científica para tal ação.

A Universidade de Northeastern, em Boston, realizou um estudo e descobriu não só que o nosso subconsciente valoriza a fofoca, como nossa mente e nossos olhos prestam atenção particular quando estão em jogo informações negativas.

O EXPERIMENTO

O experimento/estudo funcionou assim: primeiro, os voluntários viram fotos de algumas pessoas, e receberam uma informação sobre elas. A informação podia ser positiva, negativa ou neutra, e o assunto podia ser social ou não. Por exemplo, “ele jogou uma cadeira em seu colega de classe” seria uma declaração social negativa, enquanto que “ela desenhou as cortinas da sala” seria uma informação neutra e não social (não trata de algo que ela tenha feito com outra pessoa).

Depois, os pesquisadores mostraram duas imagens simultaneamente aos voluntários usando um estereoscópio, sendo que cada olho via uma imagem diferente. Enquanto um via a foto de um objeto, ao outro era mostrado o rosto de uma dessas pessoas. Então, eles precisavam dizer qual delas estavam vendo e por quanto tempo. Quando cada olho vê uma imagem, ocorre a chamada rivalidade binocular e o cérebro acaba precisando alternar entre as duas ao decidir em qual vai prestar mais atenção e qual irá ignorar.

Um grupo de pesquisadores, liderado pela neurologista Lisa Feldman-Barrett, descobriu que os voluntários viam por mais tempo a imagem de pessoas de quem tinham ouvido fofocas sociais negativas. O mesmo não ocorreu quando eram mostradas imagens de quem estava associado a uma informação positiva ou neutra. Nem quando se tratava de uma informação negativa, mas não de natureza social como por exemplo “ele teve que fazer um tratamento de canal”.

Isso levou os pesquisadores a acreditar que a fofoca social negativa pode desencadear algum tipo de mecanismo de proteção dentro de nós. Nosso cérebro está sempre procurando informações que possam ajudar a nos proteger de indivíduos potencialmente perigosos que poderiam nos prejudicar no futuro. Quando nos concentramos mais no rosto de uma pessoa que sabemos ser má, nosso cérebro pode estar tentando estudar e reunir mais informações e se colocando em alerta para que nos lembremos de ter cuidado com ela no futuro. 

Fonte: Revista Super Interessante



Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário. Siga @rogermar no Twitter e venha curtir a página do Facebook.

Leia também:
- Maturidade profissional
- Vamos conversar sobre ética?
- 5 dicas para lidar com a fofoca no trabalho

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31 de julho de 2014

Você faz o que gosta?

palestras, palestrante, motivação, palestra motivacional

Você faz o que gosta? Isso pode definir o seu sucesso!

Este é um assunto que eu adoro escrever, pesquisar, falar com meus alunos e também em empresas onde ministro minhas palestras interativas. É uma delícia! Até mesmo porque eu sou uma pessoa que adoro o que faço! Mas nem sempre foi assim.

No início da minha carreira profissional na área de recursos humanos tive a oportunidade de estagiar em uma grande corporação, mas sem chance de ser efetivado. Diante disso outras oportunidades surgiram e fui trabalhar com duas pessoas que tenho grande admiração, respeito e que me ensinaram muito do que ainda utilizo até hoje: Lena Almeida e Jucirema Faustino. Foi um período muito positivo de minha vida. Em busca de novas e maiores oportunidades fui trabalhar na área de RH da Petybon, Danone, Tec Toy Brinquedos, Tyco Electronics e Eletropaulo. Foram experiências também sensacionais, mas em alguns momentos percebia que não estava realmente fazendo o que gostava. Sabe aquela sensação de qual fala algo? Era assim que me sentia. Mesmo trabalhando em empresas reconhecidas, com cargo de destaque, com bom salário, colegas bacanas e tudo mais.

Comecei a realizar um trabalho de auto-avaliação e ai veio a grande sacada de começar a planejar minha transição de carreira. Em 1996 fundei a Persona Consultoria e Eventos, empresa focada em palestras e treinamentos comportamentais e que é até hoje minha ocupação principal. Durante alguns anos levei a consultoria em paralelo, conciliando meu trabalho como funcionário de grandes corporações e o meu projeto de vida profissional. Foi cansativo, mas o início da realização de um sonho.

A consultoria prosperou. Porém, ainda sentia que algo me faltava. Conclui uma segunda pós-graduação e, com isso, iniciei meus trabalhos de atendimento como psicólogo clínico e dei meus primeiros passos no trabalho de coaching profissional. Decidi também ir para o mercado acadêmico e comecei a lecionar em uma faculdade pequena na cidade de Osasco/SP. Foram quatro anos de novas experiências e encontro uma nova e ocupação que me deixou muito feliz. Enfim, muitas outras coisas aconteceram nesta busca contínua de aprimoramento e realização pessoal e profissional.

Dez dicas para fazer o que gosta

Recentemente li uma reportagem da Live Science que dizia exatamente isso: "você gosta do que faz? isso pode definir o seu sucesso!" Veja a resumida abaixo:
Já pensou o que lhe traz prazer profissional? Você é apaixonado pela sua carreira ou apenas trabalha (nesse cargo) por falta de motivação? Atentamos que trabalhar fazendo o que você adora é bom para você e para seu chefe!!! A seguir dez dicas para fazer o que gosta e encontrar o sucesso:
1 – Busca espiritual - Quais são as coisas que você gosta de fazer, incluindo o máximo de detalhes e informações específicas que for possível. Depois que fizer essa lista (O QUE EU GOSTO DE FAZER…), você deve analisar as profissões (e cargos também) que se encaixam.

2 – Separe um tempo para fazer acontecer - Torne os seus passos em realidade… Separar um tempo para elaborar e executar um plano nos mínimos detalhes.
3 – Descubra como lucrar com sua paixão - Antes de transformar a sua profissão em paixão é preciso saber a sua rentabilidade. Tenha a perspectiva do comprador, a perspectiva do usuário final e a perspectiva da audiência.
4 – Converse com quem já fez o que você quer fazer - Converse e troque ideias com quem já atua na área e é apaixonado(a) pela profissão. Conversar com alguém que já está no mercado e que tem a mesma paixão que você lhe permite descobrir os revezes que lhe esperam, o que vai lhe ajudar a descobrir como criar um modelo de negócio.
5 – Cerque-se de pessoas que o apoiem - Fique atento as pessoas que realmente te apoiam e encorajam. O apoio dos verdadeiros amigos fará com que você se sinta menos sozinho, e muito mais corajoso.
6 – Seja destemido - Não tenha medo de iniciar uma carreira nova e dar continuidade ao seu novo projeto. Todos cometem erros, basta não repeti-los e prosseguir.
7 – Não fique esperando - Não fique esperando muito tempo para realizar algo na carreira, pois quanto maior a espera a probabilidade de se realiza-las é menor.
8 – Estude - O investimento em cursos e treinamento também serve para medir o talento e perseverança.
9 – Não tente fazer tudo sozinho - Não tenha medo de “começar por baixo”.
10 – Tenha paciência - Quem está perseguindo seu sonho tem que estar preparado para os problemas iniciais que certamente virão. É preciso ter paciência, já que pode levar algum tempo entre o início do novo negócio e o esperado lucro que lhe permitirá abandonar o emprego que você não gosta.

palestras motivacionais, palestra, palestrante, motivação

Hoje posso garantir que a cada dia faço o que gosto. Há um vídeo do Steve Jobs onde ele faz um breve discurso para alunos formandos em Stanford (importante Universidade americana) e aponta como um dos itens fundamentais para seu sucesso exatamente "amar o que faz". Ao ler estes tópicos acima me identifiquei com todos. E você? Gosta do que faz? Conte-me sua experiência.

Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário, apaixonado por todas estas ocupações e por isso se considera e é reconhecido como uma pessoa de sucesso.

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21 de fevereiro de 2013

Qual é a sua paixão?

Blog Palestrante Rogerio Martins
Você é um(a) apaixonado(a) pelo o que faz? Em tudo que faz? Na maior parte do seu tempo?

Vemos diversas pessoas parecidas com os personagens da série "The Walking Dead". Verdadeiros zumbis em busca de alguma satisfação fugaz. Elas estão circulando em todos os lugares: empresas, shoppings, praias, baladas, ruas e avenidas. 


Parecem zumbis porque lhes falta paixão. A paixão é fundamental para nos sentirmos felizes e produtivos. As pessoas apaixonadas pelo o que fazem, em tudo que fazem e na maior parte do tempo são mais realizadas, mais cativantes, mais realizadoras e, portanto, mais felizes. Você conhece alguém assim?

São aquelas pessoas que dá vontade de ficar perto, de conversar, de sair com elas e passar a maior parte do tempo junto. Transpiram empolgação.

COMO AGIR PARA SE TORNAR UM APAIXONADO PELO QUE FAZ

Porém, não é tão simples assim, alguns irão dizer. Que a vida é cheia de obstáculos, de dificuldades, de empecilhos e que tudo isso torna tudo mais difícil sentir-se apaixonado pela vida. Mas o fato é que é fácil ser um(a) apaixonado(a)! Tudo começa em nossa mente! 

Tudo começa com nosso pensamentos. Pode parecer simplista, mas não é. Filósofos (antigos e atuais), Psicólogos, Médicos, Neurocientistas e outros profissionais que estudam incessantemente o comportamento humano são unânimes em afirmar que o pensamento tem um poder inimaginável. Muitos religiosos também sabem disso. Nossos pensamentos são a fonte que refletem nossas ações.

Portanto, se você quer ser um(a) apaixonado(a) pelo o que faz busque este prazer na simplicidade. Não espere por coisas grandiosas para ser feliz. Não espere por um grande amor, mas curta intensamente tudo aquilo que já tem. Aproveite ao máximo o dom da vida. Inspire-se diariamente na natureza que não espera nada, não pede nada e ainda assim continua maravilhosa, radiante e apaixonada...

Desejo que seu dia, sua semana e seus anos sejam repletos de paixão! Pratique que você consegue!!!



Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Professor, Escritor e um apaixonado pela vida!

Gostou deste artigo? Leia também:
3. O princípio da motivação


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4 de julho de 2012

Liderando sua vida

Você se considera líder integral de sua vida ou, por vezes, refém de suas emoções e/ou das vontades dos outros?

Há diversas pessoas que vivem querendo agradar a todos ou num turbilhão de emoções sem foco e, por fim, sofrem. Muitas vezes fazem as pessoas próximas também sofrerem, mesmo que não saibam.

Na realidade poucos são aqueles que conseguem entender a importância de tornar-se líder de sua própria vida sem magoar ou ferir os demais de forma deliberada. Menos ainda são aqueles que lidam com suas emoções de forma inteligente e assertiva; que conseguem ter produtividade e sucesso na vida ao mesmo tempo que concretizam relacionamentos duradouros.

Parece difícil e complicado, mas é apenas trabalhoso, pois envolve autoconhecimento. Há quanto tempo você não investe no conhecimento de si? Quando foi a última vez que parou algum tempo para analisar suas atitudes ou a forma como reagiu a alguma situação complicada? A grande massa não quer "perder tempo" com este tipo de coisa.

Com isso temos um amontoado de pessoas que pouco conhecem sobre si e, por consequência, acabam sucumbindo ao mundo externo, aos caprichos, às emoções descontroladas, aos vícios, aos desejos consumistas e por aí vai... seguem sem ser os verdadeiros líderes de suas vidas.

O mais fantástico é que sempre há tempo para começar ou recomeçar. Para isso é preciso um instante de consciência de que é preciso mudar. É aquele momento do "basta". Onde a pessoa percebe que quer promover uma mudança positiva em sua vida. Isso pode acontecer na adolescência, na vida adulta ou até mesmo na velhice. Não importa, desde que o despertar aconteça.

O próximo passo é buscar as ferramentas ou a forma de adquirir este autoconhecimento. Algumas pessoas se encontram através de livros, outros de psicoterapia e muitos em cursos transformadores de consciência. Neste último caso tenho que admitir é um método mais poderoso de curto prazo, mas que necessita de acompanhamento. Para aqueles que se identificam com os curso de autoconhecimento minha dica é o Programa SOL, que preparei após dez anos de pesquisas e experiências nesta área.

E então, você se considera líder integral de sua vida?



Rogerio Martins
Psicólogo, Consultor, Escritor e Professor Universitário
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3 de outubro de 2011

A culpa nossa de cada dia

Palestrante Rogerio Martins
Você se sentiu culpado por alguma coisa nos últimos dias? Algo que fez ou deixou de fazer? Sentiu-se cobrado por você mesmo(a)? A culpa nossa de cada dia é implacável. Muitas vezes aparece sem pedir licença e se instala em nossos pensamentos. Pronto: vai tentar se convencer que não vale a pena sentir culpa?

Pois é, meu amigo e minha amiga, a culpa é nossa inimiga invisível e corroe nosso entusiasmo. Para algumas pessoas ela é maior em função da educação que teve na infância e adolescência. Para outros os fatores religiosos e culturais pegaram forte. Há tantas razões para nos sentirmos culpados no dia a dia...

O fato é que lidar com a culpa diária requer um esforço ainda maior. Por isso, há quem prefira se sentir culpado do que ter que batalhar contra isso. De certa forma dá mais trabalho. A acomodação ajuda a engrossar o coro dos "coitados".

Oh, coitado!
Aliás, a palavra coitado é muito perigosa. Já parou para pensar na origem dela? Coitado vem de coito, ou seja, coitado é aquele que está em posição de ser currado ou molestado sexualmente. Quando há consentimento tudo bem, mas quando não há...

A culpa é um fenômeno social. Antes do descobrimento do Brasil os índios andavam nus sem nenhuma culpa de exibir seu corpo, até porque a sexualidade para eles era algo natural. Com a chegada dos portugueses e seus códigos morais os índios foram mudando seus hábitos e hoje vemos a maioria vestida de modo totalmente descaracterizado de sua origem.

Nós passamos por isso quando nos sentimos culpados de não estar na moda. Não conseguir acompanhar todas as notícias veiculadas. Quando alguém pergunta: você não sabe disso? É como uma bomba atômica em nosso sentimento de culpa.

O mundo dos perfeitos
Atualmente temos de ser perfeitos, lindos, orgânicos, politicamente corretos, defensores das minorias, ativistas políticos, competentes, bons amantes, carinhosos sem sermos melados, melhores líderes e por aí vai. A lista é imensa e se você não se enquadra em pelo menos dez delas você está fora do jogo. Aí seu sentimento de culpa pode levar a depressão. Mas como a depressão é uma doença moderna pode até ser chique.

Pára tudo que quero descer! Gente, culpa é para quem tem auto-estima muito baixa. Quem não gosta de si mesmo e se ocupa com o que os outros pensam. Uma coisa é cuidar da saúde porque isso vai tornar sua vida melhor. Outra coisa é neurotizar por causa de uma dieta ou porque comeu um pedaço de bolo ou chocolate. A vida é muito maior que isso.

Precisamos fazer melhores escolhas ou as escolhas certas. Mas não temos como saber se cada escolha é a melhor ou a certa. Quando sentimos culpa por uma escolha errônea estamos perdendo a chance de ver que esta era uma possibilidade e que a vida nos traz diversas outras.

Um caso de culpa mal resolvida
Certa vez realizei um trabalho de coaching para um grupo de líderes de uma empresa metalúrgica do ABC. Em determinado momento um dos participantes, que vou chamar de Antonio, trouxe uma questão que o afligia. Algum tempo atrás ele teve um desentendimento com um amigo que trabalhava na mesma empresa, mas em outro setor. Este amigo estava para ser demitido e ele sabia, mas não podia falar. O amigo dispensado ficou sabendo que nosso protagonista tinha conhecimento de sua demissão e não o avisou. Ficou triste, chateado e rompeu a amizade. O fato acontecera há mais de dois anos e Antonio ainda guardava culpa pelo ocorrido. Ele não se sentia a vontade para procurar o amigo e expor sua versão da situação, pois achava que ele o rejeitaria. Este sentimento guardado estava o tornando triste e amargurado.

O que fazer?
A melhor decisão numa situação como esta, que é bastante comum, é procurar a pessoa para uma conversa franca. Pode acontecer três situações e você se livra da culpa em cada uma delas:
1. O outro não querer te receber ou ouvir sua versão. Com isso sua culpa acaba, pois você tentou e o outro é quem não quis saber. Portanto, você está livre para continuar sua vida normalmente.
2. O outro atender você, mas não aceitar sua versão ou desculpas. Da mesma forma que a anterior sua culpa acaba no momento em que expôs sua posição.
3. Ambos conversam e chegam a um acordo e a relação continua, mas certamente diferente, pois agora vocês se fortaleceram para partilhar sentimentos e opiniões.

Quanto ao Antonio? Até onde sei ele falou com seu amigo, depois de muito tempo pensando em como faria isso. Não tive mais contato com ele para saber se permaneceram amigos ou não.

Lembre-se: a vida nos traz muitas oportunidades, por isso, não perca tempo e energia com sentimento de culpa que pode ser resolvido com suas atitudes!

Grande abraço e sucesso!

Rogerio Martins é Psicólogo, Professor, Palestrante e Escritor. 
Siga @rogermar no Twitter, @martins_rogerio no Instagram e venha curtir a página do Facebook.

Leia também:
Lições de liderança - nunca menospreze os outros
As competências fundamentais do marketing pessoal


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2 de junho de 2011

Seja um idiota - por Arnaldo Jabor

A idiotice é vital para a felicidade.


Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

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23 de maio de 2011

As pessoas de sucesso sempre tem um sonho


O título deste artigo já diz quase tudo: as pessoas de sucesso sempre tem um sonho! Já pensou sobre isso? Afinal, quais são seus sonhos? Há quanto tempo já abandonou algum sonho que era importante?

Bem, os sonhos são o ponto de partida para o sucesso. Tudo começa com os sonhos. O filósofo Nietsche disse: "nada lhe pertence mais do que seus sonhos". Sendo assim, eu complemento: sonhar não custa nada e faz bem a saúde!

O ser humano é um sonhador. Ao analisarmos tudo o que possuímos hoje em dia - as facilidades do cotidiano - foram sonhos de algumas pessoas de sucesso. Os meios de transporte, de comunicação, a internet, o Facebook e assim por diante. Tudo certamente partiu de um sonho que, em alguns casos, foi ridicularizado por outros ou não se seu importância. O fato é que alguns sonhos realmente não tinham o menor sentido e não vingaram.

Porém, outros que não foram deixados de lado, simplesmente estão incorporados em nossas vidas. Quem hoje em dia pensa em viver sem energia elétrica? Nas cidades isso é improvável. OK, vamos falar de sonhos mais simples.

Sabe aquele sonho que você tinha de criança? Aquele de ser uma pessoa importante, influente, bem sucedida? Como está hoje? Você atingiu o que queria? Chegou onde pensava? Está caminhando para isso? Mudou, ajustou ou adaptou o sonho? Ou simplesmente deixou de lado, afinal as dificuldades da vida falaram mais alto?

Sonhar simplesmente não leva ninguém a lugar nenhum. 

É preciso mais do que isso. Certamente os sonhos são a base para o que queremos ser ou onde pretendemos chegar, por exemplo. Porém, sonhar e não fazer nada é pior que não sonhar. É fundamental sair do plano das idéias e transformar em realidade. Até os poetas que sempre foram considerados como símbolo de sonhadores precisam de atitude para que seus poemas sejam publicados.

Planejamento e determinação são essenciais para quem quer transformar seus sonhos em ações ou resultados. Faz-se necessário estabelecer planos, metas, critérios e formas para acompanhar a evolução do sonho. Isso pode ser feito em um papel, computador ou qualquer outro recurso que possibilite tornar a ideia em algo visual e não somente mental.

Na jornada para a realização do sonho outro fator fundamental é a determinação. Sem ela o sonho transforma-se em frustração muito rápido. As dificuldades surgirão e pessoas para desmotivar você também. Em outros momentos o desânimo poderá ser só seu. Contudo, quando se tem convicção - ou determinação - os empecilhos podem se tornar estímulo para continuar a jornada. Celebrar a realização de partes do seu sonho ou sua totalidade ajudará a fortalecer a conquista de seus objetivos. A auto-premiação é um fator de "recarga".

Partilhar os sonhos com pessoas próximas é outra estratégia que pode ajudar na concretização do mesmo. Principalmente se seu sonho envolve estas pessoas. Por exemplo a compra de uma casa, o matrimônio, um filho, uma viagem, uma mudança na carreira etc. Dividir seus sonhos com quem convive é uma estratégia para seguir com a pessoa querida rumo ao sucesso. Muitas vezes um pode estimula o outro e assim tornar a caminhada mais atrativa e realizadora. Apenas cuide para fazer isso com pessoas que efetivamente confia.

Deixo aqui uma lição de casa para você: escreva, preferencialmente em uma folha de papel, dois ou três sonhos grandes. Sonhos grandes são aqueles que exigem maior esforço, recursos, tempo e/ou tudo isso junto. Seja ambicioso, pois isso estimula nossa motivação. Divida estes sonhos grandes em partes, ou pequenos sonhos. Os sonhos menores serão o combustível para você se manter ativo e buscando alcançar os sonhos maiores. Crie estratégias para realizá-los. Compartilhe com alguém de confiança. Celebre cada conquista que ocorrer no decorrer do processo.

Caso queira compartilhar comigo envie uma mensagem e depois vá me informando sobre seu progresso. Terei muito prazer em saber e poder parabenizar ao final da jornada. Um grande abraço e muito sucesso!

Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário.

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- Elogio e crítica
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9 de maio de 2011

A morte da felicidade

Está decretada a morte da felicidade!
Pelo menos para algumas pessoas. Você já viu como tem gente que é tão infeliz, mas tão infeliz que acredita que a felicidade é coisa de filme ou de quem é bobo e não vive a realidade?

Estas pessoas simplesmente decretaram que ser feliz é algo irreal para elas e para os outros. Misturam pessimismo e inveja. Duas bombas perigosas que arruínam as suas próprias vidas e de quem os cerca. Conviver, trabalhar ou meramente cruzar com estas pessoas é uma tarefa que exige muito esforço mental e energético.

Já foram até escritos livros sobre pessoas que são vampiros de energia. Sugam todo o bom astral dos outros, mas não usam. Toram os ambientes desagradáveis e mais propensos a riscos e acidentes. Gostam de assuntos que estão relacionados a desgraça, morte, insucesso e amargor. São aqueles que dão audiência para programas estúpidos que valorizam a desgraça alheia. Não criam, apenas destroem. Não alimentam bons sentimentos, mas sofrimento e caos. Não elogiam, somente fazem críticas.

QUEM SOMOS NÓS?

No filme "Quem somos nós?", que aborda como a física quântica sustenta as teorias da força do pensamento positivo, há o relato de uma experiência bastante interessante de um pesquisador Massaru Emoto sobre os efeitos de expressar felicidade e seu contrário. O cientista japonês realizou experimentos com moléculas de água onde elas eram expostas a palavras positivas, como amor, por exemplo. Em outras foram utilizadas palavras negativas, como ódio. A diferença apresentada em cada molécula de água é impressionante. O pesquisador lembra que nós somos constituídos por mais de 80% de água. Portanto, o que pensamos e fazemos reflete em nosso corpo, mente e espírito.

Imagine agora estas pessoas em sua empresa: atendendo o público ou ocupando um cargo de liderança. Certamente a empresa não sobreviverá. Irá a falência em pouco tempo. Os clientes irão procurar outro fornecedor. Os funcionários se sentirão desmotivados e improdutivos; alguns até pedirão demissão para trabalhar em outro local com ambiente mais acolhedor.

É preciso cuidar das pessoas para que elas não tragam suas doenças emocionais para a empresa e contagiem os demais. Pense em alguém que critica o tempo todo. Nada está bom. Sempre tem uma queixa. Com o tempo a moral da equipe vai diminuindo e as pessoas passam a se comportar feito zumbis organizacionais. Sem ânimo, vontade para opinar ou apresentar algo novo.

QUAL O ANTÍDOTO?

O remédio mais drástico é se afastar de gente assim. Afinal, ninguém muda ninguém. É como uma cirurgia para extração de um tumor maligno. É simples, prático e direto.

Contudo, se pensarmos que há pessoas que queremos ver melhorar, progredir, podemos usar um médoto mais "homeopático": conversar sobre o assunto com a pessoa de modo franco e colocando seu interesse em ajudar no progresso da mesma.

É possível que esta ação não tenha um efeito imediato, principalmente se o "paciente" já estiver em estado avançado de sua "doença". Mas vale a pena insistir. Vá monitorando e provocando ações que estimulem o outro a enxergar o lado positivo da vida. Procure mostrar que há outra forma de ver, pensar e agir além daquela que ele(a) já conhece ou se acostumou a ver.

O fator importante para a mudança é fazer com que a pessoa se perceba. Mais do que isso, mostrar que ao enxergar o lado positivo da vida ela ganha mais atenção, carinho, respeito e saúde. Estimule a pessoa procurar coisas boas nos outros e em si mesma. Ouça uma música que traga alto astral e pergunte como ela se sente ou o que a música provoca de bom. Traga notícias positivas que leu e compartilhe. Elogie seu progresso.

A felicidade é algo pessoal, intransferível e sem prazo de validade. Por isso, faça valer seu bom astral e contegie as pessoas a sua volta com amor, paz, respeito, cortesia, solidariedade, motivação, bom atendimento, amizade e tudo mais que faz feliz!


Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário. Vive feliz, pois optou fazer o que gosta e escolhe conviver com quem realmente vale a pena. Entende que o "segredo" da felicidade está na capacidade de fazer escolhas conscientes.

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14 de abril de 2011

Senso de direção

"Viver é sempre a arte de buscar atender os desejos e as necessidades internas, com as possibilidades e recursos do mundo externo. Ou seja, enquanto a caminhada é externa, seu leme é interno. É ele que nos coloca em rota na direção para qual nos lançamos."

Nilton Bonder em "Fronteiras da Inteligência - A sabedoria da espiritualidade", Editora Campus.


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25 de outubro de 2010

Planejamento é tudo!

Um das atividades que realizo em meus momentos de lazer é a caminhada, escalada e trilha na natureza. Descobrir lugares diferentes, estar em contato com a natureza, observar a beleza da vida e tantos outros benefícios que esta atividade proporciona trazem uma renovação para alma e também um bom motivo para escrever este texto.

O fato é que sem planejamento adequado esta prazerosa atividade de lazer se tornaria uma loucura e um desastre. Nas empresas também.

Há quem decida simplesmente sair sem rumo, preparo ou um roteiro básico acreditando que isso gera mais adrenalina e aventura. É verdade, gera mesmo. Porém, também gera uma série de problemas que podem comprometer o resultado da atividade ou até mesmo danos irreparáveis. Nas empresas também.

Lembro de uma ocasião onde um membro do grupo, sem experiência em trilhas, levou apenas barras de ceral para passar todo um dia de caminhada em meio a mata. Imagine a situação que foi criada. Obviamente que os demais ofereceram parte de sua comida para ele. Além de constrangedora esta situação demonstrou total falta de preparo ou planejamento desta pessoa. O que o salvou foi contar com outros que se prepararam para tal atividade com antecedência. É preciso ficar alerta, pois nem sempre isso irá acontecer. Imagine se ele tivesse se perdido do grupo, por exemplo.

Palestrante Rogerio Martins
Já pensou quantas vezes situações como esta ocorrem em sua empresa? Você é chamado para uma reunião e não se preparou adequadamente para isso. Não levou as informações necessárias ou nem sabe o assunto a ser tratado? E quando o gestor distribui as tarefas aos seus subordinados sobrecarregando uns em detrimento de outros? Ah, temos um repertório enorme de exemplos que ocorrem por falta de planejamento, preparo e consciência estratégica.

Por isso, planejamento é tudo! Desde as pequenas atividades até as mais estratégicas. Planejar significa ordenar, organizar, preparar, estruturar um programa, programar,instituir uma série de ações para melhorar o resultado. É também a determinação dos objetivos ou metas de um empreendimento, como também da coordenação de meios e recursos para atingi-los; ou seja, planificação de serviços.

Exite em nossa cultura, por parte de algumas pessoas, um erro ao associar planejamento com engessamento. Já ouvi diversas vezes que planejar torna a atividade engessada. Um erro primário, pois a idéia é completamente o oposto. Por melhor que seja seu planejamento cabe sempre uma revisão e ajuste. Não é porque planejou uma atividade que ela não pode ser modificada, caso necessário. Planejar é minimizar os imprevistos, mas eles ocorrem.

Outra situação que vivenciei nestas andanças foi quando um participante de nosso grupo passou mal durante uma trilha. Era uma pessoa novata no grupo e, portanto, pouco sabiamos de seu condicionamento físico. Sua situação inesperada fez com que todo o planejamento de tempo e percurso tivesse que ser revisto. Neste locais, sem infraestrutura para um resgate adequado, por exemplo, é necessário um planejamento de situações como esta. No fim tudo aconteceu de forma positiva.

E na sua empresa? Já passou por algo semelhante? Quando algum imprevisto prejudicou seu planejamento? Nestas horas é importante ter flexibilidade para tomar decisões, calma para pensar nestas decisões e contar com a experiência adquirida para minimizar possíveis erros. Vale também contar com o apoio de outras pessoas para orientar ou trocar idéias sobre o assunto, quando possível.

Seja na trilha ou no mundo corporativo o planejamento é a base para um bom resultado. Traçar metas, organizar as ações e colocá-las em prática, promovendo os ajustes necessários durante o percurso, são as etapas para uma atividade bem sucedida. Bora para trilha?

Palestrante Rogerio Martins
Tanto na trilha quanto na empresa planejamento é fundamental



 Rogerio Martins  é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário. Siga-me no Twitter (@rogermar), no Instagram (@martins_rogerio) e no Facebook

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29 de abril de 2010

O que você quer da vida?

Meu trabalho de palestrante e consultor de empresas faz com que conheça diversas pessoas pelo Brasil e que estão passando por momentos pessoais e profissionais bastante peculiares.

Um comportamento em especial sempre me chamou a atenção: pessoas que reclamam, reclamam, mas não fazem nada para mudar. Este tipo de postura tem sido cada vez mais frequente, infelizmente.

Vivemos um momento onde a decisões tem que ser tomadas com maior rapidez e discernimento. Aqueles que não conseguem fazer isso acabam ficando para trás e, pior, frustrados. A perspectiva é que a medida que a humanidade avança em tecnologia, novos conhecimentos e práticas corporativas agir com determinação, decisão e ousadia é fundamental.

Bem, após algumas análises destes discursos recorrentes e pesquisando informações sobre comportamento humano e motivação cheguei a uma conclusão simples: estas pessoas não sabem o que querem da vida.

Reclamam e não fazem nada porque não sabem o que realmente querem. Portanto, é mais fácil reclamar do que agir. Adotam um comportamento perigoso de "coitado de mim". Durante algum tempo algumas pessoas irão sentir pena e até ajudar, mas logo seguirão seus caminhos e longe destas pessoas.

Por isso, caso você esteja nesta lista que acabei de mencionar, faça uma pausa para reflexão. Tire alguns minutos ou uma hora para pensar sobre você e sua vida. Faça um balanço pessoal do que já realizou e fez você se sentir feliz, pleno, satisfeito. Se tiver dificuldade insista mais um pouco, pois certamente deve haver algo em sua vida que já tenha valido a pena.

Procure perceber como você agiu naquele momento de realização. O que te motivou? O que impulsionou você a realizar algo importante e gratificante?

Depois faça outra reflexão, mas profunda e talvez mais demorada: o que você realmente deseja realizar, conquistar, alcançar nesta vida? Pense grande, sem limitações de tempo, recursos ou qualquer outra coisa e "torne impossível" seu sonho. Deixe fluir, livre de amarras ou controles.

Em outro momento, outro dia, reveja este sonho e procure pensar racionalmente. Será que você foi longe demais? Ou o contrário? Escreva alguns passos que possam levar até a realização deste sonho ou a parte dele. Faça uma lista com prós e contras para se alcançar este sonho. O que você irá conquistar e o que terá de abrir mão. Faça um balanço e os ajustes necessários.

Veja, esta técnica simples é para ajudar a trabalhar seu propósito de vida. Caso ele seja muito grande e distante procure dividir em pequenas partes mais realizáveis, e que ao final leve você ao sonho maior.

Com tudo isso quero reforçar a idéia que não adianta reclamar e continuar do mesmo jeito. Ou para de reclamar ou mude. Faça algo.


Rogerio Martins
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30 de junho de 2009

Contra “gula”, profissional deve impor limites

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Veja a matéria do jornalista Rodrigo Capelo, para a revista Você SA, sobre Gula. Concedi entrevista a ele para a elaboração da matéria que foi publicada no link abaixo:

Trecho da matéria:
"A Gula é tida como um pecado venial, ou seja, perdoável. Ninguém irá se importar se um indivíduo comer mais do que realmente precisa ou consegue. Porém, quando relacionados ao mundo corporativo, os excessos podem prejudicar a produtividade de toda a empresa e do próprio profissional.

Não é raro deparar-se com um colega de trabalho que assume mais responsabilidades do que realmente pode arcar. “Com a crescente competitividade, há muitas pessoas excedendo na voracidade de realização e no acúmulo de atividades”, explica o consultor e psicólogo Rogério Martins, especialista em recursos humanos."
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