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11 de maio de 2023

Novo e-book: Inteligência Emocional - o guia definitivo


Você sabia que a chave para o sucesso pessoal e profissional pode estar nas suas emoções?

 

Descubra com o novo e-book "Inteligência Emocional: O Guia Definitivo para Desenvolver sua Competência Emocional e Alcançar o Sucesso na Vida Pessoal e Profissional", de Rogerio Martins!

 

Aprenda a identificar, entender e gerenciar suas emoções e as emoções dos outros para alcançar seus objetivos.

 

Ao longo de 75 páginas, abordo os principais conceitos da inteligência emocional, como autoconhecimento, autodesenvolvimento, automotivação, empatia e sociabilidade, além de trazer exemplos reais e exercícios práticos para auxiliar você no desenvolvimento dessas habilidades.

 

Com uma linguagem clara e acessível, o autor apresenta dicas valiosas para lidar com as emoções e tomar decisões mais assertivas em diferentes situações da vida pessoal e profissional. Além disso, o e-book traz orientações para melhorar a comunicação e os relacionamentos interpessoais, habilidades essenciais para o sucesso em qualquer área.

 

"Inteligência Emocional: O Guia Definitivo para Desenvolver sua Competência Emocional e Alcançar o Sucesso na Vida Pessoal e Profissional" é um material indispensável para aqueles que desejam aprimorar suas habilidades emocionais e alcançar o sucesso em suas carreiras e vidas pessoais.

 

Aproveite essa oportunidade de adquirir conhecimentos valiosos para sua vida!

 

👉 Acesse agora https://hotm.art/ebookintelemoc e adquira seu exemplar eletrônico

 

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19 de setembro de 2018

O que define o sucesso e o fracasso


Todos os dias recebemos uma nova oportunidade de fazer a diferença. 

Não importa se você está empregado, desempregado ou é empreendedor ou empresário.

As chances para o sucesso ou fracasso são as mesmas! 

O que diferencia são nossas atitudes. O que cada um faz.

Há quem esteja empregado e reclama do emprego, da empresa, do mundo. Há quem esteja desempregado e também reclama da falta de vagas, das exigências do mercado e da falta de retorno do RH. Há ainda o empreendedor ou empresário que também reclama dos impostos, do governo, da mão de obra desqualificada e desmotivada. Há tudo isso!

Certamente estes irão sucumbir ao "azar". Vão maldizer daqueles que alcançam o sucesso. Vão praguejar e não sairão do lugar.

Afinal, de qual lado você está? 

Tenha um ótimo dia, uma fantástica semana e faça a sua diferença!



Rogerio Martins é Psicólogo e Especialista em Desenvolvimento de Lideranças

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17 de setembro de 2018



"Um líder é alguém que sabe o que quer alcançar e consegue comunicá-lo".

Você concorda com a "Dama de ferro"? Conhece algum líder/gestor assim?

Deixe seu comentário abaixo e compartilhe em sua linha do tempo...

Saiba mais sobre liderança no site www.rogeriomartins.com.br

#PalestranteRogerioMartins
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11 de setembro de 2018

Você tem afiado seu machado?

Palestrante Rogerio Martins e o Comportamento Assertivo




Leia o artigo publicado no dia 30/08/18 sobre uma experiência que passei dias atrás e trouxe muitas reflexões. Tenho certeza que fará você também pensar muito, e agir de forma ainda mais assertiva. "Como você cuida da sua principal ferramenta de trabalho?" - www.rogeriomartins.com.br/como-voce-cuida-da-sua-principal-ferramenta-de-trabalho/ Depois de ler deixe seu comentário e compartilhe em suas redes sociais. Grande abraço, #PalestranteRogerioMartins
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Palestrante Rogerio Martins - Inteligência Emocional


Palestrante Rogerio Martins e a Inteligência Emocional


Estou muito feliz em compartilhar com você meu novo artigo publicado no site www.rogeriomartins.com.br. Você sabia que publico um novo artigo toda quinta-feira no site? 

No artigo publicado dia 06/09/18, eu conto o que aprendi com a Inteligência Emocional na prática. Relato uma história que aconteceu comigo e também me ajudou a entender como é possível transformar o conhecimento em atitudes. 

Convido a ler através do link abaixo, deixar seu comentário e compartilhar em suas redes sociais. Assim, consigo alcançar mais pessoas e atingir meu propósito de ajudar as pessoas a se desenvolverem através deste conteúdo maravilhoso que é a #InteligênciaEmocional.

Leia aqui: www.rogeriomartins.com.br/o-que-aprendi-com-a-inteligencia-emocional (depois deixe seu comentário e compartilhe).

Meu grande abraço, #PalestranteRogerioMartins




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3 de setembro de 2018

Como você cuida da sua principal ferramenta de trabalho

Psicólogo, Palestrante e Escritor Rogerio Martins, publicou em seu site www.rogeriomartins.com.br o artigo "Como você cuida da sua principal ferramenta de trabalho?".

Nele, o autor expõe a importância de saber claramente quais são suas principais ferramentas de trabalho e quanto você realmente cuida delas. 

O artigo surgiu de uma situação vivida pelo Palestrante, na qual sua vida e de sua esposa foram expostas por um motorista de UBER.

Para acesso direto ao link do artigo clique aqui: www.rogeriomartins.com.br/como-voce-cuida-da-sua-principal-ferramenta-de-trabalho/

Rogerio Martins realiza palestras e escreve semanalmente em seu site e em outros portais sobre comportamento, gestão de pessoas, relacionamento interpessoal, carreira, produtividade, motivação e marketing pessoal.



Palestrante Rogerio Martins


#PalestranteRogerioMartins

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19 de junho de 2018

Live - Transmissão ao vivo com Rogerio Martins

Tenho realizado diversas transmissões ao vivo pelo Facebook, ou LIVES ESPECIAIS, e todas estão também disponíveis no Youtube.

Você pode assistir as três primeiras aqui:

29/05/18 - Como liderar as diferentes gerações - https://youtu.be/WgUBzm9dq0w

05/06/18 - Mindset: o poder do pensamento e das palavras - https://youtu.be/YL5qxD9fECw

11/06/18 - Pitch e Marketing Pessoal - https://youtu.be/LRmFHthkx-o


Para participar ao vivo das próximas fique ligado em minha página do Facebook - www.facebook.com/rogermar. É gratuito e interativo!

Para mais informações busque por #PalestranteRogerioMartins


Pitch e Marketing Pessoal


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27 de fevereiro de 2018

Site Palestrante Rogerio Martins atualizado


O site www.rogeriomartins.com.br passou por uma profunda mudança no fim de 2017 e foi oficialmente lançado, após as alterações, em janeiro de 2018.

Agora você poderá comprar os livros "Reflexões do Mundo Corporativo" e "Empreendedores que Ensinam", além do DVD duplo "Líder de Alta Performance" com valores especiais. Clique aqui e saiba mais.

Também está disponível gratuitamente os E-Books "Café das Cinco - o sabor brasileiro do conhecimento", "Etiqueta empresarial, comportamento social e postura profissional" e "7 dicas para se recolocar no mercado de trabalho em tempos de crise". Clique aqui e saiba mais.

Aos poucos também estão sendo publicados novos e antigos artigos, vídeos e dicas sobre liderança, motivação, empreendedorismo, carreira, marketing pessoal, produtividade, atendimento a clientes, comportamento assertivo e muito mais. Clique aqui e saiba mais.

Para conhecer os temas de palestras e treinamentos clique aqui.

Será um grande prazer contar com sua visita e compartilhamento.

Grande abraço, Rogerio Martins - Especialista em desenvolvimento de lideranças.

#PalestranteRogerioMartins #Liderança #Palestra #Palestrante #Motivação
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7 de abril de 2017

Entrevista sobre LIDERANÇA com Rogerio Martins

Entrevista sobre liderança para o programa CRECI Esclarece no TV CRECI.


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9 de setembro de 2016

Curso "Liderança na Prática"

A nova turma do curso intensivo "Liderança na Prática" está com inscrições abertas com desconto especial até 30/09/16.

O curso acontece dia 12/11/16 (sábado) e é uma ótima oportunidade para quem quer desenvolver sua competência de liderança, conhecer as melhores práticas do mercado, gerar networking e ainda fazer um diagnóstico de sua atuação como gestor e sair com um plano de ações efetivo.

Será realizado em SP (próximo ao metrô Liberdade), das 8h30 às 17h30 com atividades práticas, exercícios individuais e em grupo, além de análise e estudo de casos.

Sob a orientação do Professor e Psicólogo Rogerio Martins, com mais de 20 anos de atuação no desenvolvimento de lideranças, autor do livro "Reflexões do Mundo Corporativo", três E-Books sobre carreira e comportamento assertivo, além do DVD "Líder de Alta Performance".


Mais detalhes e formulário de inscrição no site




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16 de maio de 2016

Gestão de conflitos e trabalho em equipe

Conversando com alguns profissionais de RH e de outras áreas perguntei: qual o tema mais crítico deste momento nas organizações? Surgiram dois: gestão de conflitos e trabalho em equipe.
Isso me fez refletir sobre o momento de alta competitividade que as empresas passam e também pela retração da economia. Conflitos serem existiram e continuarão a acontecer, mas saber lidar com eles de forma mais eficaz é muito importante para elevar os resultados da organização e a qualidade de vida dos funcionários. Além disso, muitas pessoas não entendem a importância de trabalhar em equipe e acreditam erroneamente que é preciso ser amigo. Não é bem assim.
"A felicidade não é a ausência de conflito e sim a habilidade de lidar com ele. 
Uma pessoa feliz não tem o melhor de tudo, mas ela torna tudo melhor"
Gestão de conflitos e trabalho em equipe são assuntos que já abordo em treinamentos para pequenas, médias e grandes empresas. Porém, nem todos tem disponibilidade de tempo para reunir suas equipes em um curso com oito, doze ou dezesseis horas de duração. O tempo está mais escasso e retirar toda uma equipe de sua rotina de trabalho é cada vez mais difícil.
Sendo assim, estruturei meu curso "Gestão de Conflitos e Trabalho em Equipe" em formato de palestra. Com 1h30 de duração e o conteúdo continua o mesmo, mas de forma compacta, direta e ainda com pequenas atividades interativas para torná-lo num evento de alto impacto de resultados.
A vantagem da palestra é que não há limite de participantes. Serve para sensibilizar, provocar reflexões, mobilizar os participantes para a ação, promover integração, estimular a mudança, levar um conteúdo importante de forma ampla e uniforme, entre outras vantagens e benefícios. Além de tudo isso o custo por participante é muito menor.
Neste programa os participantes saberão como se formam e como lidar com os conflitos dentro e fora da organização, como usar a inteligência emocional para lidar com os conflitos e trabalhar melhor em equipe, quais os quatro comportamentos típicos e como eles interferem nas relações humanas, como ser mais assertivo no dia a dia e obter melhores resultados pessoais e para a organização.
"O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos." Michael Jordan

Quer saber mais? Entre em contato pelo e-mail contato@rogeriomartins.com.br e solicite uma proposta sem compromisso. Acesse www.rogeriomartins.com.br para conhecer meus temas de atuação, vídeos, currículo e outras informações relevantes.
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2 de julho de 2015

O poder da ARROGÂNCIA

Palestrante Rogerio Martins

Este texto é resultado de minhas observações nos últimos meses. Observações sobre nossa cultura, nosso comportamento coletivo e também sobre as notícias que circulam pelas mídias e que demonstram o poder da arrogância.

Mas antes de qualquer coisa é interessante entender o que é arrogância. Numa rápida pesquisa no Google descobri que ARROGÂNCIA é um substantivo feminino definido como
"ato ou efeito de arrogar(-se), de atribuir a si direito, poder ou privilégio. Qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade moral, social, intelectual ou de comportamento, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros; orgulho ostensivo, altivez." 

Já no site Wikipédia encontramos: 
"arrogância é o sentimento que caracteriza a falta de humildade. É comum conotar a pessoa que apresenta este sentimento como alguém que não deseja ouvir os outros, aprender algo de que não saiba ou sentir-se ao mesmo nível do seu próximo. São sinônimos, o orgulho excessivo, a soberba, a altivez, o excesso de vaidade pelo próprio saber ou o sucesso."

Agora sinto-me a vontade para expressar minha reflexão sobre o que tenho observado recentemente no Brasil. A arrogância tem sido destruidora de muitos projetos, sonhos, expectativas, relacionamentos, atividades comerciais, famílias, instituições e patrimônios, entre outras coisas.

Alguns exemplos: 

1. Somos o país do futebol! Só que não! Perdemos vergonhosamente a Copa do Mundo realizada aqui mesmo. Perdemos vergonhosamente a Copa América. Perdemos a final do Sub20, Perdemos no campeonato mundial de futebol feminino. Enfim, perdemos todas as competições importantes do último ano para cá. Nossos campeonatos regionais e brasileiro são uma vergonha. Times como São Paulo (o qual sou torcedor), Flamengo, Vasco, Botafogo, Palmeiras, Corinthians, entre outros, vem de administrações arrogantes. Presidentes que acham que mandam mais que todos. Fazem o que querem. Muitos clubes da elite do futebol brasileiro hoje encontram-se em situação financeira calamitosa. Tudo resultado da arrogância que somos o país do futebol. Já não somos há muito tempo. Além de tudo isso foi gasto um dinheiro enorme para construção e modernização de estádios em detrimento de investimentos em infraestrutura. Os arrogantes ainda afirmaram que este investimento iria trazer muitas melhorias para as cidades sede da copa... trouxe mesmo? O que dizer agora das Olimpíadas? 

2. Somos uma pátria educadora! Só que não! Estamos completamente atrasados no que diz respeito à educação de qualidade. Desde o ensino fundamental até as universidades o que vemos é um bando de arrogantes dirigindo as instituições públicas e privadas e outro bando de arrogantes em sala de aulas. Falta respeito em toda cadeia de ensino. Gestores arrogantes, professores arrogantes e alunos arrogantes. Resultado: não saímos do lugar e estamos entre os últimos colocados em pesquisas mundiais sobre criatividade, empreendedorismo, negócios, tecnologia de ponta, políticas públicas, pesquisa científica, IDH, entre outros indicadores. A educação na Coréia do Sul é considerada o principal aspecto para o sucesso do país em competitividade. Considerada pelo governo como alta prioridade, a educação é centralizada pelo governo federal desde o primeiro até o último ano escolar. A Coréia do Sul foi o primeiro país do mundo a fornecer internet banda larga em todas as escolas do país. E como estamos nós?

3. Somos um país democrático! Só que não! Que democracia é essa que vivemos? Temos políticos arrogantes em todos os lugares. Em uma reportagem recente na TV um deles disse publicamente em plenária que estava "cagando e andando" para a opinião dos seus eleitores. Pode isso? Quantos arrogantes são reeleitos? Quantos mudam de partido e opinião conforme suas próprias necessidades e conveniências? Que presidente é esta que discursa dizendo que não valida aqueles que fazem acordo de delação premiada, sendo que ela mesma é que aprovou este sistema? Arrogância! Conveniência! Soberba!

Palestrante Rogerio Martins4. Sou o maior especialista em... só que não! Quantos anúncios, posts, mensagens, e-mails e publicações você já viu sobre o maior especialista em alguma coisa? O Coach dos Coachs? O maior especialista em determinado mídia digital ou outro assunto? Que tremenda presunção, pois quem é que atribuiu a esta pessoa o título? Certamente ele(a) mesmo(a). O detalhe é que geralmente estas pessoas tem a solução fantástica para tudo. Você nunca ouviu falar delas, mas são as melhores. Certa vez ouvi a história de que um consultor renomado vivia dizendo que era professor em diversas universidades pelo mundo e possuía formação acadêmica altamente diversificada e que causava até inveja. Um dia um jornalista resolveu investigar e descobriu que a maioria das informações era tudo mentira. Conhece algum caso assim? Mentir é fácil! Atribuir valor maior a si mesmo também é! Afinal, a maioria das pessoas não vai atrás da informação verdadeira e acaba comprando aquilo que lhes é dito. Infelizmente a arrogância vende bem nos dias de hoje.

5. Líder bom é aquele que manda e os outros obedecem! Só que não! Acredito que já tenha ouvido algo assim, ou até mesmo trabalhado com alguém assim. A arrogância está cada vez mais fadada a perda de produtividade e de resultados quando o assunto é o mundo corporativo. Ninguém mais aguenta aquele chefe que só sabe impor. As relações sociais não suportam mais pessoas que intimidam, que destratam, que humilham. Ainda há pessoas assim no meio profissional, mas as empresas mais competitivas e com perspectiva de crescimento sabem que é preciso trabalhar suas lideranças e propor novas forma de gestão, mais baseadas no diálogo, no feedback. Porém isso também serve para aqueles que não tem cargo de chefia, mas detém outro tipo de poder, o do conhecimento. Saber algo que ninguém sabe ou poucos sabem pode gerar a tal arrogância, mas cuidado, pois com a velocidade da comunicação e do aprendizado quase todos podem adquirir o mesmo conhecimento.

A arrogância está impregnada em nossa sociedade. Seja nos esportes, na educação, no trânsito, na política, na rua, nas organizações... enfim, em todos os lugares. Estamos perigosamente nos tornando presunçosos, prepotentes, arrogantes e nem estamos nos dando conta disso. Nas mídias sociais imperam atos de arrogância. Nas manifestações públicas também. A falta de respeito e limites abrem espaço para isso tudo.

Há muitas outras reflexões sobre arrogância, mas aí o texto ficaria muito longo e cansativo. Por isso proponho que você deixe seu comentário. Claro que não pretendo ser o dono da verdade (xô arrogância...), mas o que expus acima é fruto de minhas observações e opinião a respeito. Caso não concorde com algo deixe seu comentário também. Toda argumentação é interessante para nosso aprendizado.

Grande abraço e ótimas reflexões...


Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário. Siga @rogermar no Twitter e venha curtir a página do Facebook.

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- A síndrome do eu também quero
- Sobre outra crise: a falta de ética
- Lições de liderança - nunca menospreze os outros
- Porque fofocamos e como isso influencia nosso trabalho

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1 de junho de 2015

A importância da segurança pessoal no trabalho

Palestrante Rogerio Martins

Durante anos participei ativamente da comissão interna de prevenção de acidentes (CIPA) nas empresas onde trabalhei. Foi uma experiência fantástica. Aconselho que a maioria das pessoas tenha esta experiência, pois você vivencia situações que nunca terá acesso normalmente. Também fui membro da Brigada de Incêndio.

Entre estas experiências destaco quando fui presidente da comissão em uma destas empresas. Na época a empresa tinha cerca de 1.000 funcionários e atuava no segmento metalúrgico. Foi um grande desafio, pois as gestões anteriores fizeram aquilo que é de praxe: documentação, SIPAT e nada mais. Empolgado com a ideia, lembro que abracei a causa e para meu espanto, na época, quase fiquei sozinho. Aos poucos fui percebendo que há muita vontade, mas pouco conhecimento e prática sobre segurança pessoal. Os profissionais que atuam diretamente com a área (Engenheiros e Técnicos de Segurança), têm um esforço hercúleo de mostrar para as pessoas o que é o mais importante: a própria integridade física e mental no ambiente de trabalho.

O que percebi e presenciei é o "descaso" das próprias pessoas no que tange a sua própria segurança. Por mais que se realizem comissões e semanas de prevenção é preciso ir além... é preciso tocar fundo na consciência de cada pessoa quando o assunto é a própria segurança. Para isso é preciso sensibilizar constantemente cada trabalhador, seja com intervenções, palestras, manuais, campanhas e outras ações que possam "abrir os olhos" para a importância da preservação da própria vida.



O PODER DO HÁBITO

No livro “O Poder do Hábito” o autor, Charles Duhigg, relata a interessante história do presidente da empresa Alcoa, Paul O’Neill, que quando foi pronunciar seu discurso de posse para acionistas, jornalistas e a diretoria da empresa iniciou assim: “Quero falar com vocês sobre segurança do trabalho. Todo ano, vários funcionários da Alcoa sofrem ferimentos tão graves que perdem um dia de trabalho. Nosso histórico de segurança é melhor do que a média da mão de obra americana, principalmente levando em conta que nossos empregados trabalham com metais a 1.500 graus  e máquinas capazes de arrancar o braço de um homem. Mas ainda não é suficiente. Pretendo fazer da Alcoa a empresa mais segura dos Estados Unidos. Minha meta é índice zero de acidentes.”

Charles Duhigg explica: “A plateia ficou confusa. Estas reuniões geralmente seguiam um roteiro previsível: um novo diretor executivo começava se apresentando, fazia uma falsa piada autodepreciativa e depois prometia alavancar os lucros e baixar os custos. Em seguida, vinha uma severa crítica aos impostos, às normas comerciais... Por fim, o discurso terminava com uma enxurrada de palavras da moda – sinergia, proativo e cooperação.”

O fato é que esta atitude do novo presidente transformou a Alcoa – uma das maiores, mais antiquadas e mais potencialmente perigosas empresas do país – numa máquina de lucros e um bastião da segurança. Porém, isso tudo não foi fácil, pois era necessário mudar hábitos há muito tempo arraigados na cultura organizacional. Para Paul O’Neill “todos mereciam sair do trabalho tão ilesos quanto chegaram. Ninguém deveria ter medo de morrer sustentando a família.”


Quantos gestores você conhece que tem esta postura frente à segurança do trabalho? Tenho enfrentado, com muita satisfação, o desafio de lecionar a disciplina Fundamentos da Qualidade e Segurança do Trabalho. Há alguns anos já leciono o tema ERGONOMIA, que também tem a ver com segurança do trabalho. O que ouço com frequência de meus alunos é a falta de consciência por parte de gestores e líderes de empresas para este fator importante: a segurança pessoal. Será que ainda estamos vivendo na era medieval quando o assunto é a manutenção da vida? É preciso aprender com a experiência da Alcoa e outras empresas que entendem a importância que a segurança pessoal tem para o aumento da produtividade, da qualidade e dos resultados. Este é o grande desafio: conscientizar gestores e trabalhadores em geral que a vida é nosso bem mais importante!

Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário. Siga @rogermar no Twitter e venha curtir a página do Facebook.

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- Um tempo para mim
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26 de maio de 2015

Porque fofocamos e como isso influencia nosso trabalho?


Quem nunca foi alvo de uma fofoca, ou agente dela? A fofoca faz parte da vida cotidiana há muito tempo. Hoje em dia com o crescimento das redes sociais a fofoca tomou proporções ainda maiores, inclusive no mundo corporativo. O problema é que isto acaba prejudicando a produtividade e a motivação dos trabalhadores, tanto para quem é alvo ou agente da fofoca.

Já escrevi sobre este assunto no artigo "5 dicas para lidar com a fofoca no trabalho", além de outros textos que indico logo abaixo. Porém, ao pesquisar mais sobre o assunto, encontrei esta reportagem da revista Super Interessante que transcrevo abaixo e é - de verdade - super interessante para refletir sobre o tema e realizar uma autocrítica. Veja, analise seu comportamento e deixe seu comentário.


PORQUE FOFOCAMOS E COMO ISSO INFLUENCIA NOSSO TRABALHO?

O fato de fofocarmos não gera um conforto nem mesmo nas redes sociais, onde são condenadas fortemente e diga-se de passagem que ser chamado de fofoqueiro é uma grande ofensa para qualquer um.

Quando ouvimos duas ou mais pessoas fofocando, vamos ser sinceros e admitir que é MUITO difícil não prestar atenção. Mas antes que você se sinta culpado pelo tal relato da vida alheia, saiba que há uma explicação científica para tal ação.

A Universidade de Northeastern, em Boston, realizou um estudo e descobriu não só que o nosso subconsciente valoriza a fofoca, como nossa mente e nossos olhos prestam atenção particular quando estão em jogo informações negativas.

O EXPERIMENTO

O experimento/estudo funcionou assim: primeiro, os voluntários viram fotos de algumas pessoas, e receberam uma informação sobre elas. A informação podia ser positiva, negativa ou neutra, e o assunto podia ser social ou não. Por exemplo, “ele jogou uma cadeira em seu colega de classe” seria uma declaração social negativa, enquanto que “ela desenhou as cortinas da sala” seria uma informação neutra e não social (não trata de algo que ela tenha feito com outra pessoa).

Depois, os pesquisadores mostraram duas imagens simultaneamente aos voluntários usando um estereoscópio, sendo que cada olho via uma imagem diferente. Enquanto um via a foto de um objeto, ao outro era mostrado o rosto de uma dessas pessoas. Então, eles precisavam dizer qual delas estavam vendo e por quanto tempo. Quando cada olho vê uma imagem, ocorre a chamada rivalidade binocular e o cérebro acaba precisando alternar entre as duas ao decidir em qual vai prestar mais atenção e qual irá ignorar.

Um grupo de pesquisadores, liderado pela neurologista Lisa Feldman-Barrett, descobriu que os voluntários viam por mais tempo a imagem de pessoas de quem tinham ouvido fofocas sociais negativas. O mesmo não ocorreu quando eram mostradas imagens de quem estava associado a uma informação positiva ou neutra. Nem quando se tratava de uma informação negativa, mas não de natureza social como por exemplo “ele teve que fazer um tratamento de canal”.

Isso levou os pesquisadores a acreditar que a fofoca social negativa pode desencadear algum tipo de mecanismo de proteção dentro de nós. Nosso cérebro está sempre procurando informações que possam ajudar a nos proteger de indivíduos potencialmente perigosos que poderiam nos prejudicar no futuro. Quando nos concentramos mais no rosto de uma pessoa que sabemos ser má, nosso cérebro pode estar tentando estudar e reunir mais informações e se colocando em alerta para que nos lembremos de ter cuidado com ela no futuro. 

Fonte: Revista Super Interessante



Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário. Siga @rogermar no Twitter e venha curtir a página do Facebook.

Leia também:
- Maturidade profissional
- Vamos conversar sobre ética?
- 5 dicas para lidar com a fofoca no trabalho

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2 de abril de 2015

Você faz parte dos 5% que promovem a diferença?


Este artigo dedica-se efetivamente as pessoas que fazem alguma diferença em tudo o que realizam. São os 5% que promovem a diferença. Você faz parte deste percentual? Talvez, até porque é possível que apenas 5% das pessoas que tenho contato cheguem até aqui e leiam verdadeiramente.

Certamente você já conheceu algum professor inesquecível entre diversos que já teve na vida. Já teve a oportunidade também de trabalhar com algum colega que deixou marcas importantes na sua carreira, seja ele um gestor ou não. Entre todos os amigos que já fez na vida pense em quantos você mantêm contato até hoje. Provavelmente não serão muitos e esta conta deve chegar em prováveis 5%. Intrigante, não é mesmo?

Bem, para você que ainda não está entendendo direito porque estou falando destes 5%, vou explicar com uma história que tive contato alguns anos atrás e mudou muito minha forma de pensar e agir. Dias atrás, enquanto preparava um curso sobre condução de reuniões para aplicar em uma grande empresa de SP, resgatei um áudio do Consultor Max Gehringer que também trata do assunto e você pode ouvir clicando aqui. Mas segue abaixo a história para contextualizar a importância de fazermos a diferença em tudo o que fazemos.

A LIÇÃO DOS 5%

Na história, de autoria desconhecida, conta-se que após um feriado prolongado, o professor entrou na sala da Universidade para dar sua aula, mas os alunos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral. Depois de tentar, educadamente, por várias vezes, conseguir a atenção dos alunos para a aula, o professor perdeu a paciência e disse: “prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez”. Um silêncio carregado de culpa se instalou na sala e o professor continuou. ”Desde que comecei a lecionar, e isso já faz muitos anos, descobri que nós professores trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que, de cada cem alunos apenas cinco fazem realmente alguma diferença no futuro. Apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que, de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença. De cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; de 100 conhecidos, quando muito, cinco são verdadeiros amigos, fraternos e de absoluta confiança. 

E podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais. É uma pena não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora. Assim, então, teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo, sabendo ter investido nos melhores. Mas,infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje”. 

O silêncio se instalou na sala e o nível de atenção foi total. Afinal, nenhum dos alunos desejava fazer parte do “resto”, e sim, do grupo daqueles que realmente fazem a diferença. Mas, como bem lembrou o sábio professor, só o tempo dirá a que grupo cada um pertencerá. Só a atuação diária de cada pessoa a classificará, de fato, num ou noutro grupo. 

ANALISANDO A HISTÓRIA

Pense nisso: você deseja pertencer ao grupo dos que realmente fazem a diferença? Então, procure ser especial em tudo o que faz. Desde um simples bilhete que escreve às coisas mais importantes, faça com excelência. Aliás, um bilhete pode fazer uma grande diferença num relacionamento, numa amizade e até mesmo numa situação profissional, principalmente neste mundo tão digitalizado. Escrever um bilhete à mão faz uma grande diferença.

Faça sempre seu melhor, seja fazendo uma faxina (lembra-se do gari do Rio de Janeiro que ao término dos desfiles das escolas de samba no carnaval varria com alegria e samba no pé? Tornou-se mundialmente conhecido e reconhecido); seja atendendo a um cliente com um carinho especial (o cliente sempre retorna e recomenda); ou cuidando de uma criança ou de um idoso, fazendo uma cirurgia, comandando uma equipe, seja sempre especial. Para ser alguém que faz a diferença, não importa o que você faz, mas como faz. Há duas opções: fazer tudo da melhor forma possível, ou fazer parte do “resto”. Pense nisso e seja alguém que faz a diferença… Alguém que com sua ação torna a vida das pessoas melhores.

Quando apresento esta história para alguns alunos sinto o impacto que ela provoca e imediatamente percebo que a maioria quer fazer parte dos 5%. Porém, efetivamente a maioria logo retorna para os 95%, porque não tem a perseverança e o foco necessários para pertencer ao grupo que faz a diferença positiva. Portanto, a jornada para se tornar excepcional, realmente fantástico, aquele que faz a diferença é trilhada todos os dias, a todo instante.

Não adianta frequentar a igreja, orar, cantar, celebrar e quando sair de lá falar mal do vizinho, não cumprimentar o porteiro, não dar passagem no trânsito e assim por diante. Nada adianta ser "bonzinho" com uns e agir diferente com outros. Para fazer a efetiva diferença e entrar para o seleto grupo dos 5% é preciso fazer a diferença todos os dia, a todo instante. Está preparado(a)?

Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário. Clique aqui e curta minha página no Facebook.


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2 de fevereiro de 2015

O que temos de bom?

Palestrante Rogerio Martins

Há tanta notícia ruim circulando em todas as mídias. Há tanto pessimismo nas conversas entre amigos. Há muita descrença nos governantes (mas fomos nós quem os elegemos - direta ou indiretamente). Há tanto descaso nas relações entre as pessoas. Há tantas outras coisas acontecendo que até parece que estamos chegando ao fim dos tempos. Estou exagerando?

Já vivenciei situações suficientes para perceber uma dolorosa mudança no comportamento social. Reclama-se demais e faz-se pouco, ou quase nada. A internet popularizou o escracho, as mazelas e o pior: a síndrome do coitadismo.

Está certo que temos nossos momentos de reflexão, de análise crítica e até mesmo de raiva com a situação presente. Porém, vejo cada vez mais pessoas simplesmente criticando. Deliberadamente avacalhando com tudo. Genericamente atacando qualquer outro que pense diferente de si. Enfim, um mero coitado que pouco tem a acrescentar e muito a destruir. Aliás, parece mais fácil destruir, desconstruir, do que consertar, acrescentar, promover alguma melhoria e assim por diante.

Por isso esta reflexão começa com a pergunta de título: o que temos de bom? Quais são nossas virtudes e que podemos colocar em prática? O que podemos fazer para contribuir para melhorar aquilo que não está bom?

Minha proposta - simples - é que nos concentremos no agir positivo, ao invés do criticar negativo. Quem simplesmente critica na maioria das vezes não faz. É mais fácil criticar do que fazer. É mais fácil apontar as falhas do que levantar e mudar. É mais fácil virar a cada do que encarar e tentar.

Que tal começar esta mudança hoje? Observando suas reações, suas publicações e suas atitudes no geral. Que tal buscar suas qualidades e colocá-las em uso? Que tal fazer isso hoje? Que tal deixar de se pré-ocupar com aquilo que não pode mudar sozinho e se ocupar com aquilo de você tem poder e/ou autonomia para mudar? É simples, mas não simplista, pois envolve disposição, autoconhecimento e autocrítica. Está preparado/a? Pois é... este é um exercício que faz bem para a alma, o corpo, a mente e vai contribuir para as relações que mantemos com todos a nossa volta.

Uma simples mudança é capaz de provocar grandes transformações. Mahatma Gandi dizia que se quiser mudar o mundo comece mudando a si próprio. Que tal? Vamos juntos? Também tenho muito o que mudar, pois a vida é uma grande escola onde todos podemos aprender continuamente. Ninguém sabe tudo.

Caso aceite minha proposta, escreva abaixo o que fez para mudar ou o que já vem fazendo. Compartilhe sua experiência para que eu e outras pessoas possamos aprender com você. Será muito legal viver esta jornada em busca daquilo que temos de melhor e dividir esta experiência. Quem sabe até mudamos o mundo?

Meu grande abraço,


 Rogerio Martins  é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário e um homem em transformação. Siga-me no Twitter (@rogermar), no Instagram (@martins_rogerio) e no Facebook

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31 de julho de 2014

Você faz o que gosta?

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Você faz o que gosta? Isso pode definir o seu sucesso!

Este é um assunto que eu adoro escrever, pesquisar, falar com meus alunos e também em empresas onde ministro minhas palestras interativas. É uma delícia! Até mesmo porque eu sou uma pessoa que adoro o que faço! Mas nem sempre foi assim.

No início da minha carreira profissional na área de recursos humanos tive a oportunidade de estagiar em uma grande corporação, mas sem chance de ser efetivado. Diante disso outras oportunidades surgiram e fui trabalhar com duas pessoas que tenho grande admiração, respeito e que me ensinaram muito do que ainda utilizo até hoje: Lena Almeida e Jucirema Faustino. Foi um período muito positivo de minha vida. Em busca de novas e maiores oportunidades fui trabalhar na área de RH da Petybon, Danone, Tec Toy Brinquedos, Tyco Electronics e Eletropaulo. Foram experiências também sensacionais, mas em alguns momentos percebia que não estava realmente fazendo o que gostava. Sabe aquela sensação de qual fala algo? Era assim que me sentia. Mesmo trabalhando em empresas reconhecidas, com cargo de destaque, com bom salário, colegas bacanas e tudo mais.

Comecei a realizar um trabalho de auto-avaliação e ai veio a grande sacada de começar a planejar minha transição de carreira. Em 1996 fundei a Persona Consultoria e Eventos, empresa focada em palestras e treinamentos comportamentais e que é até hoje minha ocupação principal. Durante alguns anos levei a consultoria em paralelo, conciliando meu trabalho como funcionário de grandes corporações e o meu projeto de vida profissional. Foi cansativo, mas o início da realização de um sonho.

A consultoria prosperou. Porém, ainda sentia que algo me faltava. Conclui uma segunda pós-graduação e, com isso, iniciei meus trabalhos de atendimento como psicólogo clínico e dei meus primeiros passos no trabalho de coaching profissional. Decidi também ir para o mercado acadêmico e comecei a lecionar em uma faculdade pequena na cidade de Osasco/SP. Foram quatro anos de novas experiências e encontro uma nova e ocupação que me deixou muito feliz. Enfim, muitas outras coisas aconteceram nesta busca contínua de aprimoramento e realização pessoal e profissional.

Dez dicas para fazer o que gosta

Recentemente li uma reportagem da Live Science que dizia exatamente isso: "você gosta do que faz? isso pode definir o seu sucesso!" Veja a resumida abaixo:
Já pensou o que lhe traz prazer profissional? Você é apaixonado pela sua carreira ou apenas trabalha (nesse cargo) por falta de motivação? Atentamos que trabalhar fazendo o que você adora é bom para você e para seu chefe!!! A seguir dez dicas para fazer o que gosta e encontrar o sucesso:
1 – Busca espiritual - Quais são as coisas que você gosta de fazer, incluindo o máximo de detalhes e informações específicas que for possível. Depois que fizer essa lista (O QUE EU GOSTO DE FAZER…), você deve analisar as profissões (e cargos também) que se encaixam.

2 – Separe um tempo para fazer acontecer - Torne os seus passos em realidade… Separar um tempo para elaborar e executar um plano nos mínimos detalhes.
3 – Descubra como lucrar com sua paixão - Antes de transformar a sua profissão em paixão é preciso saber a sua rentabilidade. Tenha a perspectiva do comprador, a perspectiva do usuário final e a perspectiva da audiência.
4 – Converse com quem já fez o que você quer fazer - Converse e troque ideias com quem já atua na área e é apaixonado(a) pela profissão. Conversar com alguém que já está no mercado e que tem a mesma paixão que você lhe permite descobrir os revezes que lhe esperam, o que vai lhe ajudar a descobrir como criar um modelo de negócio.
5 – Cerque-se de pessoas que o apoiem - Fique atento as pessoas que realmente te apoiam e encorajam. O apoio dos verdadeiros amigos fará com que você se sinta menos sozinho, e muito mais corajoso.
6 – Seja destemido - Não tenha medo de iniciar uma carreira nova e dar continuidade ao seu novo projeto. Todos cometem erros, basta não repeti-los e prosseguir.
7 – Não fique esperando - Não fique esperando muito tempo para realizar algo na carreira, pois quanto maior a espera a probabilidade de se realiza-las é menor.
8 – Estude - O investimento em cursos e treinamento também serve para medir o talento e perseverança.
9 – Não tente fazer tudo sozinho - Não tenha medo de “começar por baixo”.
10 – Tenha paciência - Quem está perseguindo seu sonho tem que estar preparado para os problemas iniciais que certamente virão. É preciso ter paciência, já que pode levar algum tempo entre o início do novo negócio e o esperado lucro que lhe permitirá abandonar o emprego que você não gosta.

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Hoje posso garantir que a cada dia faço o que gosto. Há um vídeo do Steve Jobs onde ele faz um breve discurso para alunos formandos em Stanford (importante Universidade americana) e aponta como um dos itens fundamentais para seu sucesso exatamente "amar o que faz". Ao ler estes tópicos acima me identifiquei com todos. E você? Gosta do que faz? Conte-me sua experiência.

Rogerio Martins é Psicólogo, Palestrante, Escritor e Professor Universitário, apaixonado por todas estas ocupações e por isso se considera e é reconhecido como uma pessoa de sucesso.

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