19 de março de 2009

Quem é vivo sempre aparece!!!

Esta frase do título desta postagem é clássica. Ouvi muitas vezes. É verdade... quem é vivo sempre aparece. Após um período ausente do blog, em função do excesso de atividades externas, consegui escrever um pouco hoje.

Muitas coisas ocorreram nos últimos dias. Um dos fatos marcantes, sem dúvida, é o caso da menina que engravidou do padastro e realizou o aborto. O resto da história todos já sabem. Entrou em jogo mais uma vez a questão da ética.

Hoje em uma turma de treinamento discutimos exatamente o papel ético de cada um dos envolvidos. O bispo, o pai, a menina, os médicos etc. Difícil definir quem está certo na questão do aborto. Claro que o padrasto foi o mais anti-ético de todos, agiu de forma até desumana.

A questão levantada foi sobre a atitude do bispo em excomungar os médicos e a família que aceitaram e realizaram o aborto. Entrou em conflito os dogmas religiosos com o bom senso e a vida da criança. Quem está certo?

No mundo corporativo ocorrem situações semelhantes a esta no que diz respeito aos dilemas éticos. Tenho como princípio ético que qualquer ação que envolva ganho de dinheiro por fora é anti-ético. Pois bem... na mesma turma do curso de hoje comentou-se sobre a diferença entre "caixinha" e "propina". Para mim, sinceramente, é tudo a mesma coisa. Porém, alguns participantes conseguiram explicar que a caixinha é quando o "agrado" é feito espontaneamente e propina é quando o funcionário cobra por fora para executar o serviço.

Francamente continuo considerando tudo a mesma coisa. Afinal, todos somos remunerados para a execução do serviço contratado. Qualquer ganho extra vindo do cliente é suborno, propina ou caixinha, que dá na mesma: é anti-ético.

O que você pensa a respeito? Escreva, comente, opine.
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